Paramiloidose

Polineuropatia ATTR, Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF), Paramiloidose ou Doença dos Pezinhos são todos nomes da mesma doença. Apesar de já identificada em cerca de 1.865 pessoas em Portugal, acredita-se que muitos doentes estão ainda por diagnosticar. Esta doença origina lesões irreversíveis, por isso é importante que seja diagnosticada o mais cedo possível.

A Paramiloidose é causada pelo depósito de pequenas proteínas anómalas nos nervos, no coração, nos rins ou no aparelho digestivo. É uma doença irreversível e rapidamente incapacitante, podendo ser fatal em 10 anos se não receber tratamento adequado.1-4

Faça com que esta doença não tenha pés para andar

 

 

Conhece a Associação  Portuguesa de Paramiloidose?

A Associação Portuguesa de Paramiloidose (APP) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social com em Vila do Conde e estende a sua ação a todo o território nacional através dos seus Núcleos, nomeadamente Barcelos, Braga, Esposende, Figueira da Foz, Lisboa, Matosinhos/Porto, Ribatejo, Vila do Conde/Póvoa de Varzim e Unhais da Serra/Covilhã.

A APP foi constituída em Junho de 1979, por um conjunto de pessoas ligadas à problemática da Paramiloidose - doentes, seus familiares, médicos e outros profissionais da saúde -com o objetivo de unirem esforços para melhorarem as condições de vida dos doentes de Paramiloidose e das suas famílias.

A Associação Portuguesa de Paramiloidose tem objetivos de Solidariedade humana e social, visando melhor integração na sociedade dos seus indivíduos portadores de PAF e fomentando os meios mais adequados ao seu tratamento e recuperação

Caso queira saber mais sobre esta associação clique aqui.  
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Um diagnóstico precoce poderá poupar-lhe tempo precioso

Mecanismo de ação

Polineuropatia ATTR, Polineuropatia Amiloidótica Familiar (PAF), Paramiloidose, Doença de Corino de Andrade ou Doença dos Pezinhos são tudo sinónimos 5,6,7

Referências:
1. Ando Y et al. J Neurol Sci. 2016;362:266-271. 2. Rowczenio DM et al. Hum Mutat. 2014 Sep;35(9):E2403-12. 3. Sekijima Y. J Neurol Neurosurg Psychiatry. 2015 Sep;86(9):1036-43. 4. Ines M et al
Neuroepidemiology. 2018;51(3-4):177-182 5. Sipe JD et al. Amyloid 2016;23(4):209-13. 6. Andrade CA Brain 1952; 75: 408-427 ; 7. Saraiva MJ Orphanet Journal of Rare Diseases201510 (Suppl 1) :I19

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